“A democracia vai acabar e não sabemos o que vem a seguir”.
(Entrevista a revista a Filipe Luis, Visão, 03.07.2025, pp. 8-14)
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“A democracia vai acabar e não sabemos o que vem a seguir”.
(Entrevista a revista a Filipe Luis, Visão, 03.07.2025, pp. 8-14)
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Caro Manuel Maria Carrilho, parabéns pelo excelente livro e pela entrevista. Aceito toda sua notável argumentação e a absoluta pertinência das suas denúncias. Todavia, pergunto se o wokismo não está mesmo à beira de se tornar um totalitarismo, quando é assumido por certos governos da UE e até pela sua máxima cúpula, sem falar na administração Biden ou no governo Starmer, que fomentam abertamente, com total cobertura mediática dos grandes grupos do sistema, o pensamento único de quem se acha, farisaicamente, com doses imensas de complexo de superioridade e de pseudovirtude, defensor de valores democráticos e humanistas há muito abandonados ou mesmo espezinhados, em favor de uma clara duplicidade de julgamento, consoante as circunstâncias…
Caro Fernando António Baptista Pereira,
Como vai? Tenho-o “visto” aqui ou ali, nos textos que vou escrevendo, obrigado pela sua leitura, do livro e da entrevista, e também pela questão que coloca,que toca num dos pontos que me levaram a escrever o livro, embora eu tenha preferido a designação de fanatismo por “respeito” à caracterização do totalitarismo feita por H.Arendt. Mas temos, como disse o Yascha Mounk, para décadas… Estou neste momento com fundadas expectativas que o livro seja publicado em França, a decisão será tomada em breve, vamos a ver…Um cordial abraço, mmcarrilho